Uso dos Resultados de Desempenho Escolar
Os critérios padronizados de avaliação são às vezes contraditórios à proposta educativa do sistema e por isso combatidos por alguns segmentos da sociedade. Em todo lugar, uma parte dos alunos, pais, professores e gestores escolares pensam e afirmam que “ verdadeiro sucesso ” não coincide com a definição formal fornecida pelo sistema, mesmo porque a educação na modalidade Ciclo de Formação Humana entende-se que haja uma formação mais ampla, completa, respeitando as peculiaridades culturais.

É necessário levantar alguns pontos sobre os efeitos das provas formais:
- para obter êxito na escola, um aluno precisa compreender o que se espera dele. Como conseguí-lo, se as exigências são mutáveis e as mensagens dos adultos contraditórias?
- a diversidade das concepções de sucesso impede todo debate racional sobre a eficácia da ação educativa, pois os objetivos efetivamente perseguidos por uns e por outros não são os mesmos;
- para desenvolver um ensino estratégico e uma pedagogia diferenciada, para lutar eficazmente contra o fracasso escolar, é preciso ter objetivos claros e estáveis, de modo que os professores possam consagrar todo o seu trabalho a ajudar todos os alunos a alcançá-los.

Permeando estes pensamentos é que os profissionais da escola Maria Elza, principalmente, equipe gestora e professores tem buscado alternativas que favoreçam o aprendizado do alunado, para que possam fazer frente às atuais avaliações e que possa efetivamente buscar comparações de resultados de aprendizagens nos diversos níveis, com a finalidade de atingir melhorias no processo ensino-aprendizagem, uma dessas medidas é a Avaliação Diagnóstica, implantada no ano de 2008, aplicada para todas as turmas da escola. Foram aplicadas duas avaliações, uma no início do ano, que foi possível diagnosticar o perfil de entrada dos alunos e outra no final do ano, a fim de averiguar o nível de conhecimento obtido no decorrer do ano.

Um momento muito importante para análise dos resultados é o Conselho de Classe, realizado bimestralmente, que propicia a troca de informações pelo coletivo dos professores com objetivo de promover o desenvolvimento do aluno, respeitando sua individualidade, seus limites e potencialidade. As informações são apresentadas pelos diversos professores sobre cada aluno, quanto ao seu rendimento, atitudes, interesses, condições psicossociais e físicos, acompanhamento da família e outros.

Outra medida que tem surtido efeito é adequar a sistemática de trabalho docente com a sistemática das provas oficiais como Prova Brasil, Provinha Brasil, ENEM e dos métodos dos projetos implantados pelo governo como Acelera Brasil, Circuito Campeão, Siga, Ceale, etc.

Os gráficos e tabela a seguir comprovam que a escola tem se preocupado com as avaliações externas que ora são aplicadas e, principalmente com a qualidade do trabalho que oferece.

Comparativo dos resultados do IDEB/2005 da Escola Maria Elza com outras escolas do município de Rondonópolis – MT. Observa-se que a média das provas não são inferior à média de outras escolas, o que influenciou no baixo índice do IDEB foi provavelmente, o elevado índice de evasão dos alunos do turno noturno.

Comparativo da media da Prova Brasil 2005 com a média das esferas municipal, estadual e nacional. Observa-se que a média das provas das fases iniciais está praticamente equiparada com a médias das esferas, somente das fases finais é que ficou abaixo.

Comparativo dos resultados finais do ano letivo de 2005 (censo 2006) com os dados publicado pelo IDEB.

Comparativo dos resultados do IDEB 2005 e 2007, onde constata-se um grande avanço, porém ainda distantes das metas a serem atingidas.

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