Uma das maiores preocupações da escola Maria Elza é a busca e a prática refletida de ações inclusivas fundamentadas na equidade, justiça, na valorização humana sem exceção como: a parte física da escola foi reestruturada conforme as necessidades especiais do educando como de educadores, pais responsáveis, cidadãos que adentram o espaço escolar, banheiros e portas das salas de aula adaptados e rampa de entrada para que todos possam ter acesso livre no espaço escolar. Na busca de práticas partilhadas para superar as dificuldades do cotidiano escolar dos alunos no ensino – aprender sendo elaborado e executado projeto anualmente de Inclusão Social, valorizando nas atividades cívicas, nas apresentações culturais e no desenvolvimento de cultura as diferenças em qualquer contexto social.
Com o propósito de que o processo de inclusão educacional seja efetivo, assegurando o direito à igualdade com eqüidade de oportunidades, a nossa escola necessita de uma sala de recursos com profissionais especializado para atender os alunos que apresenta mais de um tipo de necessidade especial, com inserção de métodos, recursos e práticas de ensino adequadas às suas dificuldades oferecendo alternativas que contemplem as suas diversidades, resgatando o verdadeiro papel da inclusão no desenvolvimento da cultura , política e praticas inclusivas que diz respeito à desigualdade educacional entre o gênero, o qual embora não ocorra no âmbito do acesso ´a educação nas unidades escolares, é visível nos índices de permanência e resultados escolares. Outro profissional necessário na escola é o agente de pátio que estará mantendo a segurança no âmbito interno e externo da escola com foco o exercício da cidadania.
“Para incluir (inserir, colocar em) um aluno com características diferenciadas numa turma dita comum, há necessidade de se criar mecanismos que permitam, com sucesso, que ele se integre educacional,social e emocionalmente com seus colegas e professores e com os objetos do conhecimento e da cultura”. (Carvalho, 2004, p. 158).